Aluguel Tradicional ou Coworking: Qual vale mais a pena?

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Aluguel tradicional ou coworking: qual vale mais a pena?

Entre o aluguel tradicional e o coworking, você saberia escolher qual a melhor opção?

 

A maioria das empresas necessita de um local físico para desenvolver os seus negócios – seja para as suas operações diárias ou para alocar funcionários externos.

 

Durante muitos anos as imobiliárias e os corretores de imóveis – ou apenas os proprietários de imóveis, estiveram disponíveis no mercado para atender as demandas e as necessidades de quem buscava um espaço físico. Recentemente, um novo player passou a oferecer os seus serviços para atende ao público: os coworkings.

 

Parte de uma nova onda focada na economia compartilhada, os coworkings disponibilizam espaço físico para que as pessoas (e empresas) possam desenvolver os seus negócios com os custos de manutenção diluídos em mensalidades. Destacam-se os escritórios compartilhados e os escritórios privativos.

 

Seja pela crise econômica que inegavelmente prejudicou vários segmentos, assim como pelo modelo de negócio adotado ou ainda simplesmente que pela crescente oferta das alternativas, cada vez mais as pessoas buscam saber sobre qual modelo atende melhor aos seus objetivos: o aluguel tradicional ou os coworkings?

 

Acompanhe conosco abaixo as principais perguntas a serem respondidas a fim de se fazer a melhor escolha.

 

Pergunta 01) Qual é o momento da sua empresa?

Inicialmente, é importante considerar o momento em que sua empresa está para definir as características que o ambiente escolhido deverá ter.

 

Empresas recém constituídas, principalmente startups, podem ter um pouco mais de dificuldade em arcar com os custos de um aluguel tradicional e encontrando nos coworkings maior flexibilidade na negociação e contratação.

 

Pergunta 02) Qual é o objetivo da escolha?

A escolha gira ao entorno de iniciar um negócio, expandir a operação, cortar custos ou é uma mudança organizacional?

 

Empresas que pretendem mudar a sua sede por motivos específicos de sua cultura e que possuam processos internos mais elaborados podem ter uma afinidade maior com o aluguel tradicional.

 

Já empresas que buscam cortar despesas ou que estejam procurando expandir suas atividades para outras regiões tendem a identificar-se com os coworkings – assim como quem está empreendendo.

 

Pergunta 03) Burocracia ou flexibilidade?

A burocracia está e certamente sempre estará presente nas relações comerciais, tendo como objetivo proporcionar padronização e segurança aos processos. O maior problema é o excesso dela – e aqui as coisas ficam divididas.

 

No processo de aluguel tradicional as regras de utilização são as que constam no contrato de locação, elaborado de maneira a agregar os interesses de quem loca, bem como de quem está locando e do intermediário. Caso o espaço esteja dentro de um condomínio deve-se considerar ainda o regimento interno.

 

#Dica: clique aqui e acesse a lei que modera os processos de aluguel.

 

Geralmente, os contratos de locação tradicionais são firmados considerando um período mínimo de 12 meses, além de ser necessária a indicação de um fiador, a realização de um depósito caução ou contratação de um seguro-fiança como garantia.

 

Já nos coworkings encontramos uma realidade diferente já que as regras de contratação são colocadas dentro de um contrato de prestação de serviços em conjunto com as regras internas (como um manual de boas práticas). Caso o espaço fique dentro de um condomínio o regimento também deverá ser respeitado.

 

Os prazos de vigência são ajustados de acordo com o plano e o serviço contratado, que também reflete diretamente no valor (por exemplo: quanto mais meses contratados menor a mensalidade). As políticas comerciais também podem variar entre os espaços, incluindo semelhantemente a necessidade de um depósito de garantia (caução).

 

– Pergunta 04) Padronização ou Personalização?

No caso de um aluguel tradicional, quando acordado previamente, se permite a alteração do espaço locado desde que ao seu término as características retornem ao original (por exemplo: pintura).

 

Em um coworking qualquer tipo de personalização do espaço utilizado deve ser consultado antes da contratação. Por haver uma maior flexibilidade em muitos locais é possível mesmo após a assinatura do contrato e desde que não sejam feitas mudanças estruturais (por exemplo: quebra de paredes).

 

É importante destacar que os custos deverão ser arcados pelo contratante e que, ao final do contrato à exemplo do aluguel tradicional, deverão ser deixados como originalmente encontrados.

 

#Dica: verifique também se é permitida a instalação de equipamentos como geladeiras, frigobares e aparelhos de climatização.

 

Pergunta 05) Qual é o seu orçamento?

O custo mensal certamente será um fator decisório na hora da escolha de um local para desenvolver a sua empresa.

 

Considerando a grande oferta de imóveis no mercado é possível encontrar boas alternativas no aluguel tradicional.

 

Contudo é necessário contabilizar as despesas com internet, telefone, luz, limpeza, manutenção, material administrativo, IPTU, seguro, estacionamento, segurança e eventuais melhorias para atender as especificações de cada negócio – sem falar nos casos em que há a cobrança da taxa de condomínio.

 

Comparativamente, nos espaços de coworking os seus utilizadores contam com todos os custos acima descritos incluídos no valor da mensalidade, devendo apenas arcar com eventuais serviços adicionais.

 

Em ambas as alternativas o valor está diretamente ligado com a estrutura oferecida e a localização do imóvel/estabelecimento.

 

Para você, qual espaço faz mais sentido?

 

Conte conosco para fazer e melhor escolha. 😉

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